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quinta-feira, 15 de março de 2012

Federação Portuguesa de Futebol vetou alargamento do campeonato sem descidas

Decisão sai da reunião dos sócios ordinários da Federação Portuguesa de Futebol. Pretensões dos clubes profissionais violam a "integridade das competições", sustenta a Federação.
A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) vetou, esta quinta-feira, o alargamento da Liga Zon Sagres de 16 para 18 clubes, sem descidas, tal como pretendiam os clubes profissionais.

A decisão saiu de uma reunião entre os sócios ordinários do órgão máximo do futebol português, na sequência da polémica assembleia-geral da Liga de Clubes que aprovou o modelo competitivo que agora é rejeitado.
"A Federação Portuguesa de Futebol diz NÃO, de forma responsável, ponderada e convicta, à proposta votada na Liga de Clubes e que pretendia que, na prática, nenhum clube das competições profissionais descesse de divisão na presente época desportiva", afirmou Fernando Gomes, presidente da FPF, em conferência de imprensa.

"Para a Federação Portuguesa de Futebol, o regime proposto, que garantiria a não descida de divisão aos clubes que em 2011/2012 disputam a Liga Zon/Sagres e a Liga Orangina, viola, de forma evidente, a integridade das competições, a verdade desportiva e a credibilidade do Futebol, mas também coloca em causa princípios básicos da dimensão europeia do Desporto, nomeadamente a garantia de competições abertas, com subidas e descidas", prosseguiu, deixando uma última indicação sobre o assunto.

"A competência de garantir a integridade das competições é da Federação Portuguesa de Futebol. Não a delegamos em ninguém e assumimo-la na íntegra e de forma convicta", sustentou ainda o líder federativo.

Presidente da Liga abandona indignado reunião da Federação

Mário Figueiredo fala em "agendas escondidas" e diz que não foi informado que a Federação iria discutir a polémica do alargamento do campeonato.
Mário Figueiredo abandonou a reunião dos sócios ordinários da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) por não querer pactuar com aquilo que considera ser "agendas escondidas".

O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) explicou aos jornalistas presentes na sede federativa que apenas estava preparado para discutir questões relacionadas com o denominado "totonegócio" e não sobre a possibilidade de discutir e votar o alargamento do campeonato do campeonato.

"Esta agenda não faz parte da ordem dos trabalhos. Em reuniões não pode haver agendas escondidas. O senhor presidente da Liga virá com prazer reunir com o presidente da FPF quando for discutir a matéria relacionada com o contrato entre a Liga e a FPF", começou por dizer, visivelmente irritado, ao mesmo tempo que exigiu respeito para a LPFP.

"Não aceitamos vir para uma reunião com uma agenda escondida. Estou à frente de uma Liga forte e que tem de ser respeitada. Quando chegamos a uma reunião, temos de saber o que vamos discutir", reforçou.

"Alargamento só precisa de ser aprovado até ao início da próxima época desportiva"Mário Figueiredo adiantou ainda que o alargamento do modelo competitivo do campeonato "só precisa de ser aprovado até ao início da próxima época desportiva" e que o projecto da "liguilha" (mini-campeonato para apurar quem sobe e quem desce) ainda está de pé.
"O alargamento só precisa de ser aprovado até ao início da próxima época desportiva. Nada impede que aquilo que no meu entender foi um erro, ao se ter rejeitado a 'liguilha' e se ter aprovado a medida que não desce ninguém, possa ser alterado. A FPF pode dizer que não aceita este modelo e solicitar que se coloque em cima da mesa um outro que salve a integridade das competições", concluiu.

António Fiuza não acredita no chumbo do Alargamento sem descidas

O presidente do Gil Vicente recorda que a medida foi aprovada por uma larga maioria. Recorda outras situações de repescagem em que a verdade desportiva não foi questionada.

António Fiúza não acredita no chumbo da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) à decisão da Assembleia da Liga (AG) de alargamento sem descidas, no fim desta época.
o presidente do Gil Vicente diz que os clubes apoiaram Fernando Gomes, com a convicção de que ele "iria repeitar as maiorias", recordando que na AG "apenas seis clubes votaram contra o alargamento".
O dirigente minhoto não quer acreditar que "esta Federação esteja ao serviço dos que não a elegeram e que o presidente esteja ao serviço desses 'lobbies'".

A decisão da FPF terá em atenção o sistema de respescagem aprovado na AG e que espoletou a polémica, uma vez que não haverá descidas. Fiúza contraria a teoria que questiona a verdade desportiva, lembrando outros episódios: "no caso Mateus, não houve 'liguilha', quando o Boavista desceu também não houve e o mesmo aconteceu aquando da descida do Estrela da Amadora. Nessa altura a verdade desportiva não foi posta em causa e agora é posta em causa".

Federação Portuguesa de Futebol discute esta quinta-feira alargamento dos campeonatos

As polémicas decisões da assembleia geral da Liga vão estar em cima da mesa, nomeadamente o alargamento de 16 para 18 clubes e a ausência de descidas.

A direcção da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) vai reunir-se esta quinta-feira com os sócios ordinários, a partir das 17h30, no sentido de "discutir diversos assuntos de relevância para o futebol português".
Em cima da mesa estará, certamente, o polémico alargamento do campeonato principal de 16 para 18 equipas na próxima época e a ausência de descidas de escalão já este ano. As medidas foram aprovadas em assembleia geral da Liga de Clubes realizada esta segunda-feira.
A FPF terá uma palavra decisiva a dizer sobre a matéria, podendo ratificar ou rejeitar as alterações aprovadas pelos 32 clubes das provas profissionais.
No final do encontro, Fernando Gomes, presidente da FPF, surgirá perante os jornalistas em conferência de imprensa.

O presidente do Marítimo, Carlos Pereira, defende que, caso a Federação anule a proposta de alargamento, os clubes têm todo o direito de alterar a forma e de tentar outro acordo.

O dirigente afirma ser "tão legítimo a Federação Portuguesa de Futebol pensar na anulação como tão legitimo os clubes proporem a alteração".

Carlos Pereira explica que "o alargamento pode ser aprovado ou não, e os clubes podem convocar uma nova Assembleia da Liga e voltarem a propor o alargamento de uma outra forma, e a Liga tem que andar ao serviço dos clubes, e não ao serviço de outros interesses, como aquilo que parece que a Federação anda a fazer neste momento".

O presidente dos madeirenses vai mais longe nas críticas à Federação Portuguesa de Futebol: "A Federação tem que pensar seriamente na forma como foi eleita, e como deve gerir o futebol português, não estando ao serviço de alguns, mas ao serviço de todos os clubes e de todas as associações. Se a proposta não for aprovada, a direcção de Liga não pode sair debilitada, porque esta proposta é uma vontade expressa do clubes".

Carlos Pereira, sogro do actual presidente da Liga de clubes, Mário Figueiredo, defende o organismo nesta situação: "Diz-se que a Liga propôs uma coisa que coloca em causa a verdade desportiva, e isso não é verdade. Se a Liga propôs, e bem, um alargamento com a disputa de uma liguilha, e não se sabendo o que a Federação poderia decidir, aqui mantinha-se a verdade desportiva até ao fim da competição".

"Agora imagine-se um cenário em que durante a próxima época não há descidas, aí sim passaríamos toda a época sem a verdade desportiva que muita gente anda para aí a apregoar", concluiu.

Braga e FC Porto suspendem equipas B

Minhotos não concordam com criação do fundo de solidariedade para compensar as restantes equipas da Liga Orangina.

O Sporting de Braga, tal como o FC Porto, suspendeu o projecto da equipa B, que deveria arrancar na próxima temporada. Em causa o fundo de solidariedade proposto como compensação para as restantes equipas da Liga Orangina.

A medida previa, numa primeira fase, a cedência, por parte dos clubes com equipas B, de 3% da verba relativa aos direitos televisivos e 1%, numa segunda fase, foi rejeitada na última assembleia da Liga. Os bracarenses temem que, tal como aconteceu com o alargamento, se possa criar uma vaga de fundo no sentido de forçar a aprovação da medida.

Os azuis e brancos desistiram de avançar com a equipa B na próxima temporada. A decisão da SAD portista vem no seguimento da Assembleia Geral da Liga da última segunda-feira, em que os clubes da II Liga exigiram ficar com 3% dos direitos televisivos dos emblemas que vão ter equipa B. As conversações ficaram suspensas, já que não houve decisão final.

Os dragões justificam o adiamento da formação da equipa B pela "instabilidade criada pelo presidente da Liga". O FC Porto teria direito à criação da equipa B, proposta que vem no seguimento do alargamento da II Liga para 22 clubes e em que teriam entrada o Marítimo e os cinco primeiros classificados da temporada anterior.

A Federação Portuguesa de Futebol vai discutir este assunto na reunião de direcção marcada para esta quinta-feira. No mesmo encontro, será tomada uma posição acerca do alargamento da I Liga de 16 para 18 clubes.

Além desta tomada de posição, o Braga é um dos clubes que não aprova o alargamento da I Liga, de 16 para 18 clubes.

Mário Figueiredo Presidente da LPFP - Liga Portuguesa de Futebol Profissional responde às criticas sobre alargamento da Liga Zon Sagres

Mário Figueiredo, presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), defende-se das críticas de que tem sido alvo a propósito da não descida de divisão esta época, acusando os clubes de terem sido eles a votar este modelo.

«Não era essa a proposta do presidente. Muitos dos que agora criticam o modelo de alargamento, dizendo que não é ético, foram os que rejeitaram a liguilha que propus», afirmou, em declarações à Agência Reuters.

O líder do organismo que controla o futebol profissional em Portugal lamentou ainda que ninguém se preocupe e saiba em que países são transmitidos os jogos da Liga portuguesa.

«Se perguntarem aos clubes, ou à própria LPFP, se sabem em que canais ou em que países é transmitido o nosso futebol, ninguém sabe responder, o que é inaceitável», atirou.

terça-feira, 13 de março de 2012

Nenhuma equipa vai descer dos campeonatos profissionais




A Assembleia-Geral da Liga aprovou o modelo de alargamento da primeira divisão para 18 clubes sem descidas de divisão, significando assim, que todos os clubes presentes na Liga esta época, ficarão para a próxima.
aprovada a proposta com 23 votos a favor, 21 contra e 2 abstenções. Sobem os dois primeiros classificados da Liga de Honra, que se juntam aos dezasseis que ficam desta época para compor o lote de dezoito clubes.

Na II Liga não desce ninguém, juntam-se duas equipas da II Divisão B e mais as seis equipas B, num total de 22 equipas.

O Portimonense irá receber também 21.500€, assim como todos os clubes da Liga Orangina verba reservada à Taça da Liga que os emblemas da principal prova prescindiram, dentro do espírito de "solidariedade".

segunda-feira, 12 de março de 2012

Alargamento para 18 Clubes aprovado para Época 2012/2013

A Assembleia-Geral da Liga (AG) de Clubes aprovou hoje o alargamento do principal campeonato de futebol para 18 clubes, mas ainda sem acordo quanto ao regime de subidas e descidas, estando ainda em curso a reunião magna.
A proposta de Mário Figueiredo, presidente da Liga, foi aprovada com 31 votos a favor (nove da Liga e 13 da Honra), 15 contra (6-3) e duas abstenções (um clube da Liga).
A votação foi secreta, mas FC Porto e Nacional da Madeira revelaram estar contra em declaração de voto apresentada ao presidente da Mesa da AG.

Clubes decidem hoje alargamento da Liga Zon Sagres e Liga Orangina


CONSELHO DE PRESIDENTES E AG EXTRAORDINÁRIA AS 14.30H

A sexta edição do Conselho de Presidentes, órgão que reúne os líderes dos 32 clubes profissionais, terá lugar esta segunda-feira, 12 de Março, às 14h30, na Alfândega do Porto.

Também esta segunda-feira, data em que se completam dois meses da eleição de Mário Figueiredo como presidente da Liga, decorrerá uma Assembleia Geral Extraordinária da Liga, marcada para as 16 horas, na Alfândega do Porto.

De acordo com o Comunicado Oficial nº 214, há cinco pontos previstos na ordem de trabalhos da Assembleia Geral Extraordinária:

1. Leitura e aprovação da acta da reunião anterior;

2. Discussão e deliberação sobre o alargamento do quadro competitivo da Liga Zon Sagres de 16 para 18 clubes na época desportiva 2012-2013;

3. Discussão e deliberação sobre o regime transitório de subidas e descidas entre competições profissionais consequente da deliberação de alargamento da Liga Zon Sagres, e conseq uente alteração regulamentar;

4. Discussão e deliberação sobre o regime transitório do modo de preenchimento das vagas criadas na II Liga decorrente da aprovação do Ponto 2

5. Discussão e deliberação sobre a proposta de aditamento ao Regulamento de Competições subscrita por um grupo dos associados, com vista à adopção de um Mecanismo de Solidariedade.

sábado, 10 de março de 2012

LPFP - Clubes decidem alargamento da Liga Zon Sagres a 12 de Março

Assembleia-Geral extraordinária dos 32 clubes dos campeonatos profissionais agendada para 12 de Março. No mesmo dia, há Conselho de Presidentes.

Os 32 clubes dos campeonatos profissionais de futebol vão reunir-se a 12 de Março, em Assembleia-Geral extraordinária, no sentido de discutir e deliberar sobre o alargamento do quadro competitivo da Liga Zon Sagres de 16 para 18 clubes na época desportiva 2012-2013.

A reunião magna arranca às 16h00, na Alfândega do Porto, tendo ainda como pontos da ordem de trabalhos a leitura e aprovação da acta da reunião anterior e a análise do regime transitório de subidas e descidas entre competições profissionais consequente da deliberação de alargamento da Liga Zon Sagres.

Antes, às 14h30, terá início o Conselho de Presidentes da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), igualmente na Alfândega do Porto.